O Que A Internet Está Fazendo Com Nossas Mentes?

O Que A Internet Está Fazendo Com Nossas Mentes?

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�Que a internet está fazendo com nossas mentes? O livro desenvolve em mais profundidade o pretexto que agora expôs o autor do artigo o Google Está nos convertendo estúpidos? Em 2008, o anuário da revista The Atlantic. 2011 pro Prémio Pulitzer, pela categoria de não-ficção. Foi traduzido para dezessete idiomas. 1 Enredo 1.1 Prólogo.

O livro explora os efeitos que o emprego intensivo das tecnologias da informação têm em nossa inteligência e da cultura. O principal argumento de Carr é que a Internet poderá ter efeitos nocivos no pensamento que danificam a experiência de concentração e contemplação. Isto provoca um défice na prática de armazenamento de fatos pela memória e no processamento de infos. Para voltar a esta conclusão Carr baseia-se pela história da humanidade, o senso comum, impressões pessoais e em estudos neurobiológicos e psicológicos.

No prólogo se introduz o raciocínio de Marshall McLuhan. Neste capítulo o autor explica a comoção que têm muitos indivíduos que fazem uso intensamente as tecnologias da detalhes de que a tua mente está mudando. Em típico têm mais contrariedade de concentrar-se bastante tempo pela leitura, são mais propensos a distrações e aumentar a tua impaciência no momento em que se topam frente a fundamentos longos.

Carr reitera que Marshall McLuhan estava direito, e as algumas tecnologias fazem com que a nossa mente espere integrar a informação da maneira em que é distribuído através destas tecnologias. Neste capítulo Carr comenta o que se sabe sobre o funcionamento do cérebro.

O cérebro, basicamente, é formado por células específicas (neurônios), as quais têm núcleos centrais (soma), que desempenham funções comuns a todas as células, e assim como dois tipos de apêndices em forma de tentáculos (os axônios e as denditras). Um cérebro humano tem em torno de 100 bilhões de neurônios.

Os neurônios têm diversas maneiras e muito diferentes comprimentos. Um neurônio costuma ter muitas sinapses, mesmo que você poderá ter somente um axônio. Tanto as sinapses como os axônios conseguem ter uma enorme quantidade de galhos e terminações sinápticas. Nossos pensamentos, lembranças e emoções nascem dessas interações entre neurônios.

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À capacidade que a experiência se repita os links sinápticos entre os neurônios se tornam mais fortes e abundantes por intermédio de mudanças fisiológicas (Ex. Assim como, bem como são capazes de enfraquecer sobre a apoio de algumas experiências. Nossos genes especificam várias as conexões entre neurônios formando modelos inatas. Nossas experiências regulam o vigor das conexões, o que permite a renovação da mente e dos padrões de comportamento. Todas estas asserções foram comprovadas com experimentos como os de Eric Kandel com lesmas-do-mar ou os de Michael Merzenich a respeito os nervos removidos.

O cérebro é plástico (plasticidade neural). Isso quer dizer que queremos instituir novos circuitos neurais ao longo de nossa existência e os antigos conseguem se robustecer, enfraquecer ou extinguir-se por completo. Também, no momento em que cerca de neurônios perdem total ou parcialmente a tua utilidade essas são reorganizadas, aproveitando os recursos destinados às velhas habilidades para fazer as algumas que se praticam em seu lugar, as quais não têm por causa de ser melhores. Sendo assim, os neurônios se adaptaram à atividade para a qual você está utilizando o cérebro, adaptando a sua infraestrutura.

A plasticidade diminui à proporção que envelhecemos, mas nunca desaparece. Uma vez que temos ‘fiação’ um circuito no nosso cérebro, ansiamos mantê-lo ativo. Isto permite-nos ser cada vez mais eficazes, no entanto assim como nos vai encauzando em padrões ainda mais rigorosos. Isso não precisa ser desejável e poderá ser a causa de determinadas doenças, como a depressão ou distúrbio obsessivo-compulsivo. Carr explica o que pensavam Aristóteles e Descartes a respeito do funcionamento do cérebro. Também explica as nossas reticências pra absorver as impressões que o nosso cérebro registra como sensações e armazenada como memórias, deixam uma marca em nossa própria estrutura.

Estas reticências são o resultado da consideração de que, se o aceptáramos, estaríamos pondo em tela de juízo a própria integridade do eu. Neste capítulo Carr explica como diferentes ferramentas têm influenciado a mente dos homens e da sociedade em teu conjunto.