E Se Acabamos Com O Cinema Português?
Primeiro-quinta-feira-, o Ministério vazou um nome para a indústria do cinema (Saturnina Moreno) e, enfim, anunciou outro em Conselho de Ministros de sexta-feira (Susana da Serra Moron). Bom drible. Maus modos. Nos 2 casos, isso sim, o mesmo perfil: especialista em impostos disposta a trocar de uma vez e para todo o sempre o complicado recurso de subvenções.
José Ignacio Wert, com voz radiofónica (as) diante de teu secretário de cultura (mudo). De repente, no terreno, um titular criativo. O que veio depois foi divulgar a fórmula mágica que vai encerrar com todos os males: o mecenato. O mecenato, como o bálsamo de Fierabrás, o cura tudo. Onde antes havia desarrapados, pedigüeños e subsidiados, graças ao novo pomada, de um golpe só veremos importantes pais e mães de família com a testa perlada (que deslumbrante) de suor, esforço e responsabilidade. Para dominar, e a formulação precisa da lei de mecenato que há de vir, a ideia é substituir a subvenção direta a partir de deduções fiscais.
De outro jeito, onde o apoio, o Estado concede dinheiro para que se faça ou financie algo, neste momento o que concede o Estado é a suposição de pagar menos impostos por fazer a atividade de outrora. Em cada dos 2 casos, é necessário ter de, o que paga é você, leitor. Sempre e no momento em que você tiver a folha de pagamentos, e uma renda média.
Se você é rico, coisa que não convém distinguir em público, tranquilo (ainda mais). Como você prontamente não paga impostos, pra que se preocupar. E já as dúvidas. 1. Você é de fato tão nova a idéia? Resposta: A lei do Cinema em validade prevê uma isenção fiscal do 18% de todo aquele que investir em cinema. E, convenhamos, não tem funcionado.
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2. Não será, desta forma, o momento de subir o percentual de redução do imposto? A indústria em geral inclina-se a meditar que abaixo de 40% de isenção nesse lugar ninguém vai investir em cinema. 3. Mas o que é realmente viável um percentual de redução do imposto tão grande para uma atividade como o cinema?
Aqui sim, há ‘quorum’. Não é trabalhoso imaginar a cara de uma pessoa que se envolve, por exemplo, a alvenaria ou atividade afim à da hora de ficar em dia com o fisco. E, com efeito, pensando ficamos todos.
