Ásia Protagoniza As Estratégias De Investimento Em 2019
Também, pela posição de Javier Muñoz Neira, sócio responsável de asset management da KPMG em Portugal, China, sem sombra de dúvida, é “a nação que concentra a maior oportunidade pros gestores. Veja como o botão mostra o One Belt, One Road, projecto de infra-estruturas de 900.000 milhões de dólares.
Índia também, se diminuem as barreiras de acesso, hoje, mais duras do que as chinesas; a Indonésia e o Brasil, caso se confirme o apetite investidor lançado nos últimos meses. A diversificação entre países poderá ser uma bacana recomendação”. Sob o ponto de vista de Ramón Cirach, gestor de carteiras de Arquia Gestão, “está se formando uma transferência de poder econômico, desde as habituais economias construídas ocidentais pras economias emergentes”. Tudo isto leva a aconselhar ao especialista de Arquia sobreponderar mercados emergentes e desenvolver carteiras mais globais, diminuindo o preconceito generalizado a mercados locais e girando-as carteiras pra um patamar global.
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entretanto, nem os menores investidores ou as gestoras portuguesas acabam de ousar com esses mercados. O responsável de asset management da KPMG em Portugal calcula, realmente, que a exposição atual dos fundos espanhóis pros mercados emergentes deve estar cerca de 4% ou 5% do total de investimentos. “Considerando volume de mercados e demografia, este percentual tem que ser de 15% ou até 30%. Há curso”, reitera. Também CaixaBank Saco Seleção Emergentes investir em outros fundos. Conta com uma vasta história “e caracteriza-se pela baixa rotatividade de suas posições, em linha com a possibilidade de enorme tempo, que tendem a proteger as gestoras internacionais na hora de investir em emergentes”.
Verdadeiramente, há mais de três anos, apostam no JPM Emerging Markets Equity, Fidelity Emerging Markets Equity e, mais há pouco tempo, por UBS Emerging Markets Opportunities. Como conseqüência destas posições, fontes de CaixaBank AM sobressaem que, “em termos gerais, os gestores ativos estão muito valor na Ásia, por fatores demográficos, de fortuna, de urbanização e o avanço das classes médias.
Apostam principalmente por China e Índia, e é a região onde mais interesse que estão fazendo, aumentando tuas equipes de observação, sobretudo para o mercado chinês”. Além da Ásia, têm um perfil global e aproveitam as oportunidades que estão ao longo de todo o globo, desde a China até o Brasil, passando pela Rússia e África, entre outros.
Por setores, mantêm relevante apresentação em ações financeiras, tecnológicas e de consumo discricionário. Ásia parece que ganha por goleada entre as preferências das principais gestoras com apostas por esse tipo de mercados. Mas, não há que se esquecer da américa Latina. Há grandes valores que quase a toda a hora estão presentes em superior ou menor medida, pela carteira, como por exemplo, Fomento Econômico Mexicano, Petrobras, Banco Bradesco, Banorte, Vale, Alfa, Cemig ou Vulcão Mineira.
